Juventudes negras de Bangu, RJ, Brasil

Um lugar de narrativas e memórias.

Autores

  • Vanessa Ladeira UFRRJ
  • Rosangela Malachias UERJ / FEBEF

DOI:

https://doi.org/10.29146/eco-ps.v28i3.28312

Palavras-chave:

Palavras-chave: Juventudes negras, Bangu, Narrativas, Memórias, Aquilombamento.

Resumo

O artigo apresenta o processo metodológico da escuta das(os) jovens negras(os) residentes no bairro de Bangu, no município do Rio de Janeiro. O estudo objetivou conhecer e escutar estudantes do Ensino Médio, de uma escola pública do bairro conhecido pelos índices de violência juvenil. O critério metodológico para a seleção dessas(es) discentes considerou principalmente a Autodeclaração Etnico-racial de cada um(a) e o desejo de participar da pesquisa. A metodologia qualitativa teve como instrumento o desenvolvimento da escuta sensível (Barbier, 2002) e a educomunicação (Malachias, 2014), baseada nas entrevistas, rodas de conversa e na produção de um material educomunicativo compartilhado no Instagram. A pesquisa evidenciou o interesse das(os) jovens sobre os temas racismo/violência; oportunizou a criação de conteúdo reflexivo na linguagem das(os) jovens e propiciou a manifestação de afetos e aquilombamento.

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Publicado

17-08-2026

Como Citar

Ladeira, V., & Malachias, R. (2026). Juventudes negras de Bangu, RJ, Brasil: Um lugar de narrativas e memórias. Revista Eco-Pós, 28(3), 604–631. https://doi.org/10.29146/eco-ps.v28i3.28312