Curriculum x Raza:
Reflexiones sobre la irrisoria perspectiva negra en los cursos de periodismo de la UFBA, UFPA y UFMA
DOI:
https://doi.org/10.29146/eco-ps.v28i2.28367Palabras clave:
Currículo, Jornalismo, Raça, Negro, UniversidadeResumen
Este artículo saca a la luz la escasa presencia de materias que abordan la cuestión racial negra en las universidades federales de Bahía, Pará y Maranhão, los tres estados más negros de Brasil, basándose en los programas de los cursos de Periodismo. Las materias se evalúan según dos criterios: título y contenido del programa, y el análisis documental se realiza desde una perspectiva transmetodológica, considerando la subjetividad de los autores como parte de la investigación. En total, se examinaron 180 módulos, de los cuales solo 16 abordan el tema en cuestión. Sostenemos que en el país más negro fuera de África, la mínima atención de esta población en la formación de profesionales que construyen imaginarios denuncia una práctica epistemicida que se relaciona con el historial universitario y el perfil de los periodistas brasileños.
Descargas
Citas
ALMEIDA, Renata Cardoso; MALDONADO, Alberto Efendy. Transmetodologia como identidade: uma epistemologia transformadora na pesquisa em comunicação. Revista Comunicação & Educação, n. 2, ano XXV, jul/dez 2020.
ALMEIDA, Silvio Luiz de. Racismo estrutural. São Paulo: Sueli Carneiro; Pólen, 2019.
BENTO, Maria Aparecida Silva. O pacto da branquitude. São Paulo: Companhia das Letras, 2022.
BISPO DOS SANTOS, Antônio. A terra dá, a terra quer. São Paulo: Ubu Editora/ PISEAGRAMA, 2023.
BRETON, Philippe; PROULX, Serge. Sociologia da Comunicação. São Paulo: Edições Loyola, 2006.
BRITO, Bruno de Castro. Tudo o que nóiz tem é nóiz: um estudo sobre narrativas negras do jornalismo brasileiro. Dissertação (Mestrado Acadêmico em Antropologia), Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Redenção, CE, 2022.
BRITO, Clarissa. O enegrecer psicopedagógico: um mergulho ancestral. São Paulo: Jandaíra, 2021.
CANUTO, Livia. Et al. Afrocentricidade: Bases teórico-epistemológicas africanas e afro-diaspóricas para repensar a educação brasileira. Revista da ABPN, v. 17, Edição Especial / Novembro, 2023.
CAMPOS, Débora; SILVA, Sebastião Constantino. O conceito de currículo: Um breve histórico das mudanças no enfoque das linhas curriculares. Revista IGAPÓ, 2009.
CARNEIRO, Sueli. Racismo, sexismo e desigualdade no Brasil. São Paulo: Selo Negro, 2011.
CRENSHAW, Kimberlé. Mapeando as margens: Interseccionalidade, políticas identitárias e violência contra mulheres de cor. In: MARTINS, Ana Claudia Aymoré Martins e VERAS, Elias Ferreira (organizadores). Corpos em Aliança: Diálogos interdisciplinares sobre gênero, raça e sexualidade. Curitiba: Appris, 2020.
FERREIRA, Ricardo Alexino. Quando a imprensa branca fala da gente negra: a visão eurocêntrica da imprensa na cobertura de afrodescendentes. In: CARRANÇA, Flávio e BORGES, Rosane. Espelho infiel: o negro no jornalismo brasileiro. São Paulo: Sindicato dos Jornalistas no Estado de São Paulo, 2004.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.
GONZALEZ, Lélia. Lugar de negro. Rio de Janeiro: Zahar, 2022.
GROSFOGUEL, Ramón. A estrutura do conhecimento nas universidades ocidentalizadas: racismo/sexismo epistêmico e os quatro genocídios/epistemicídios do longo século XVI. Sociedade e Estado, v. 31, n. 1, 2016, p. 25-49.
LANDER, Edgard (org). A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Buenos Aires: Colección Sur Sur, CLACSO: 2005.
MALDONADO, Alberto Efendy. Contribuciones transmetodológicas para el análisis de procesos comunicativos contemporáneos. Mediaciones Sociales, nº 15, 2016, p. 1‐15.
MBEMBE, Achille. Necropolítica: biopoder, soberania, estado de exceção, política de morte. São Paulo: n-1 edições, 2018.
MORAES, Fabiana. A pauta é uma arma de combate: subjetividade, prática reflexiva e posicionamento para superar um jornalismo que desumaniza. Porto Alegre [RS]: Arquipélago, 2022.
NASCIMENTO, Abdias. O genocídio do negro brasileiro: processo de um racismo mascarado. São Paulo: Perspectivas, 2016.
NASCIMENTO, Gabriel. Racismo linguístico: os subterrâneos da linguagem e do racismo. Belo Horizonte: Letramento, 2019.
PINTO, Ana Flávia Magalhães. Imprensa negra no Brasil do século XIX. São Paulo: Selo Negro, 2010.
PORTO-GONÇALVES, C. W. Apresentação. In: LANDER, Edgardo (org). A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Buenos Aires: Colección Sur Sur, CLACSO: 2005.
RAMOS, Cleidiana. [Entrevista concedida a Bruno de Castro Brito]. 2022. Duração: 2 horas, 22 minutos e 56 segundos. Plataforma: Google Meet, com gravação apenas de áudio.
RIBEIRO, Djamila. Lugar de Fala. São Paulo: Sueli Carneiro; Editora Jandaíra, 2020.
SACRISTÁN, José Gimeno. El curriculum: uma reflexión sobre la práctica. Madrid: Morata, 1988.
SANTOS REIS, Diego. A colonialidade do saber: Perspectivas decoloniais para repensar a univer(al)idade. Debates & Controvérsias, ed. 43, 2022
SANTOS, Ynaê Lopes dos. Racismo brasileiro: Uma história da formação do país. São Paulo: Todavia, 2022.
SÁ-SILVA, J. R.; ALMEIDA, C. D.; GUINDANI, J. F. Pesquisa documental: pistas teóricas e metodológicas. Revista Brasileira de História e Ciências Sociais, São Leopoldo, Ano 1, n.1, 2009.
SODRÉ, Nelson Werneck. História da imprensa no Brasil. Rio de Janeiro: Mauad Editora, 1998.
SPIVAK, Gayatari Chakravorty. Pode o subalterno falar? - Belo Horizonte: Editora UFMG, 2010.
TWINE, France Winddance. A white side of black Britain: The concept of racial literacy. Ethnic and Racial Studies, 27:6, 2004, p. 878-907.
UNESCO. Curriculum Revision and Research. In: Educational studies and Documents, nº 28, 34 f., 1958. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000001290. Acesso em: 15/03/2024.
VAZ, Lívia Sant’Anna. Cotas raciais / Lívia Sant’Anna Vaz. - São Paulo : Jandaíra, 2022.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Luan Matheus Santana, Dra. Sarah F. Santos , Bruno de Castro Brito

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.
Aos autores pertence o direito exclusivo de utilização ou reprodução.
Você tem o direito de:
- Compartilhar — copie e redistribua o material em qualquer meio ou formato.
- Adaptar — remixar, transformar e construir sobre o material para qualquer filme, mesmo comercial.
O licenciante não pode revogar esses direitos, desde que você respeite os termos da licença.
De acordo com os seguintes termos:
- Atribuição — Você deve dar o devido crédito, fornecer um link para a licença e indicar se essas alterações foram feitas. Você pode fazê-lo de qualquer maneira razoável, mas não de maneira que sugira que o licenciante endosse ou aprove seu uso.
- Sem restrições adicionais — Você não pode aplicar termos legais ou medidas de natureza tecnológica que restrinjam legalmente outros de fazer algo que a licença permite.
Aviso: A licença pode não fornecer todas as permissões necessárias para o uso pretendido. Por exemplo, outros direitos, como publicidade, privacidade ou direitos morais, podem limitar a maneira como você usa o material.








